Os vinhos do Chile vêm se destacando no cenário mundial não só pela qualidade e bons preços, mas também por sua diversidade e fantástico potencial para produzir vinhos de castas tão diversas entre si: sauvignon blanc frescos, chardonnays crocantes ou complexos, rieslings de delicada acidez, merlots saborosos e, claro, belos carmeneres, a uva que até há poucos anos atrás no Chile acreditava-se que fosse merlot.
E o país já começa a provar que é capaz de fazer pinot noirs cativantes e sutis, syrahs redondos e generosos. A que isto se deve? À riqueza das rochas e terroirs chilenos. A diversidade é tanta que eles conseguem produzir vinhos de qualidade superior não somente da sua uva ícone, a carmenere, mas também de outras tantas.
Além disto, jovens enólogos e enólogas chilenos estão viajando à Bordeaux, Borgonha, Austrália etc., para ganhar experiência. E agora contam com a valiosa colaboração de Pedro Parra, o “doutor terroir”, com PHD em solos e rochas, que trabalha para que até 2020 o Chile dê um salto na viticultura.
Espino Cuvee William Fèvre Chile Chardonnay e o Espino Cabernet Sauvignon, fáceis de gostar por R$59 e R$43.
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